Parece estar a chegar ao fim o drama do vulcão.
Muito se fala dos passageiros que ficaram nos aeroportos a aguardar que finalmente se realizassem os voos que permitissem os seus regressos a casa, mas não tanto dos muitos milhares de prejuizos em carga que não conseguiu ser exportada e/ou não chegou atempadamente ao destino.
O que me parece incrivel é o facto de quer Portugal que a Itália terem estado sempre fora da tal nuvem de poeira e que não tenha sido montado um esquema que permitisse a chegada a ambos os países de boa parte dessa mercadoria e o seu escoamento - digo eu que os aviões poderiam aterrar em Portugal e a mercadoria seria escoada por estrada ou comboio para o seu destino final e viria da sua origem na Europa e embarcaria num avião para o seu destino final.
Quando os politicos reafirmam que vivemos num mercado forte, demonstra-se que basta uma pedra no ar na Europa para bloquear toda uma economia mundial, por incapacidade de resolução de algo que me parece de tão simples.
E de passageiros, será compreensivel que com milhares e milhares de pessoas bloqueadas nos aeroportos a quererem seguir viagem para a Europa central, se limitassem a fazer um comboio suplementar para França?
Desculpem mas eu não entendo
quarta-feira, 21 de abril de 2010
quinta-feira, 12 de junho de 2008
segunda-feira, 3 de março de 2008
parecer
Tenho de reconhecer que tenho andado um bocado ausente (o “um bocado” foi só para desculpar), mas hoje resolvi vir escrever algo para a posteridade.
E resolvi escrever sobre o que penso.
Em tantas coisas que se passam à nossa volta, nunca somos ouvidos e em inúmeras vezes gostaria que me entrevistassem para que pudesse expressar o que penso sobre os mais diversos assuntos.
Hoje resolvi escrever sobre política, Portugal e os portugueses.
Neste país da era Sócrates, as contestações (as maiores) sobre a política de educação e de saúde, o popularismo dos tais políticos com quem não posso e a posição da comunicação social, acho que merecem que exprima a minha opinião.
Não posso concordar com imensa coisa que o nosso primeiro, e a sua equipa, faz, mas uma coisa me agrada imenso: é que fazem.
Na política da saúde penso que é impossível haver cuidados de saúde de urgência em todos os lugares, mas que será muito importante que todos tenham acesso a eles.
Quando aqui há muitos anos o Joaquim Agostinho morreu porque teve de ser transportado por estrada para Lisboa já que não havia cuidados de neurocirurgia no Algarve, eu coloquei a questão do motivo pelo qual não veio Lisboa até ao Algarve, ou seja porque motivo não veio a equipa de neurocirurgia até um hospital do Algarve e a operação foi aqui realizada, poupando o doente ao longo caminho.
Hoje esse problema parece-me estar sanado pois em caso de necessidade o transporte é feito de helicóptero, de forma célere.
Contudo mantém-se a necessidade de as pessoas certas com o material necessário irem ao necessitado e nestas situações tempo não é dinheiro é vida. Assim não é possivel haver médicos e pessoal de saúde em tudo o que é unidade de saúde com capacidade de prestarem socorro a quem efectivamente precisa dele e se encontra em risco de vida, pelo que acho preferível a distribuição de unidades moveis em numero suficiente pelo país, equipadas com material adequado e tripuladas por pessoal experiente, e apoiadas por unidades médicas.
É bonito que as populações se manifestem contra o encerramento dos postos médicos onde iam por tudo e por nada, às horas que mais lhes apetecia, e é apetecível aos senhores de política aparecerem na comunicação social a não dizerem nada e a procurarem unicamente ser populares.
Depois há a política de educação.
Ainda não consegui perceber qual o problema dos professores em serem classificados. Será que se julgarão soberanos, isentos de reparo e que a simples função de ensinarem os torna super sumos da matéria, inigualáveis comunicadores e que se os alunos não assimilam a matéria é porque são burros?
Reconheço que dificilmente o Sócrates poderia arranjar pessoa com menos capacidade de comunicação e demonstração de conhecimento dos problemas do meio para o lugar de ministra da educação, mas a política... e não esquecer que os alunos de hoje são o futuro deste país quer em mão de obra quer em dirigismo e governantes
E assim vai Portugal
E resolvi escrever sobre o que penso.
Em tantas coisas que se passam à nossa volta, nunca somos ouvidos e em inúmeras vezes gostaria que me entrevistassem para que pudesse expressar o que penso sobre os mais diversos assuntos.
Hoje resolvi escrever sobre política, Portugal e os portugueses.
Neste país da era Sócrates, as contestações (as maiores) sobre a política de educação e de saúde, o popularismo dos tais políticos com quem não posso e a posição da comunicação social, acho que merecem que exprima a minha opinião.
Não posso concordar com imensa coisa que o nosso primeiro, e a sua equipa, faz, mas uma coisa me agrada imenso: é que fazem.
Na política da saúde penso que é impossível haver cuidados de saúde de urgência em todos os lugares, mas que será muito importante que todos tenham acesso a eles.
Quando aqui há muitos anos o Joaquim Agostinho morreu porque teve de ser transportado por estrada para Lisboa já que não havia cuidados de neurocirurgia no Algarve, eu coloquei a questão do motivo pelo qual não veio Lisboa até ao Algarve, ou seja porque motivo não veio a equipa de neurocirurgia até um hospital do Algarve e a operação foi aqui realizada, poupando o doente ao longo caminho.
Hoje esse problema parece-me estar sanado pois em caso de necessidade o transporte é feito de helicóptero, de forma célere.
Contudo mantém-se a necessidade de as pessoas certas com o material necessário irem ao necessitado e nestas situações tempo não é dinheiro é vida. Assim não é possivel haver médicos e pessoal de saúde em tudo o que é unidade de saúde com capacidade de prestarem socorro a quem efectivamente precisa dele e se encontra em risco de vida, pelo que acho preferível a distribuição de unidades moveis em numero suficiente pelo país, equipadas com material adequado e tripuladas por pessoal experiente, e apoiadas por unidades médicas.
É bonito que as populações se manifestem contra o encerramento dos postos médicos onde iam por tudo e por nada, às horas que mais lhes apetecia, e é apetecível aos senhores de política aparecerem na comunicação social a não dizerem nada e a procurarem unicamente ser populares.
Depois há a política de educação.
Ainda não consegui perceber qual o problema dos professores em serem classificados. Será que se julgarão soberanos, isentos de reparo e que a simples função de ensinarem os torna super sumos da matéria, inigualáveis comunicadores e que se os alunos não assimilam a matéria é porque são burros?
Reconheço que dificilmente o Sócrates poderia arranjar pessoa com menos capacidade de comunicação e demonstração de conhecimento dos problemas do meio para o lugar de ministra da educação, mas a política... e não esquecer que os alunos de hoje são o futuro deste país quer em mão de obra quer em dirigismo e governantes
E assim vai Portugal
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
adeus amigo
hoje perdi um amigo.
Se um amigo é aquele que está sempre lá à nossa espera, ele estava.
Se um amigo é aquele que está sempre lá mesmo nos nossos momentos em que lhes somos ingratos, ele estava.
Se um amigo é aquele que não nos cobra, não espera nada em troca, e aceita o que lhe damos, seja muito pouco ou nada, ele era um grande amigo.
Ele era o amigo de toda a familia, aquele que sentia quando precisavamos de apoio e surrateiramente, nos vinha lamber a mão e olhar ternurentamente para nós, sem emitir som mas dizendo tudo.
Hoje perdi o Sting
Adeus amigo
Se um amigo é aquele que está sempre lá à nossa espera, ele estava.
Se um amigo é aquele que está sempre lá mesmo nos nossos momentos em que lhes somos ingratos, ele estava.
Se um amigo é aquele que não nos cobra, não espera nada em troca, e aceita o que lhe damos, seja muito pouco ou nada, ele era um grande amigo.
Ele era o amigo de toda a familia, aquele que sentia quando precisavamos de apoio e surrateiramente, nos vinha lamber a mão e olhar ternurentamente para nós, sem emitir som mas dizendo tudo.
Hoje perdi o Sting
Adeus amigo
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
apresentação
Ao começar, tenho uma grande curiosidade em saber o que vou alcançar com o meu blog.
Acima de tudo gostaria de retratar as minhas viagens, mas como, apesar dos meus esforços semanais, ainda não consegui proveitos que me permitam viver a passear e viajar sem ter que andar muitos meses a aturar, politicos (que só sabem fazer leis de merda e cobrar impostos para sustentar as suas politicas inadequadas), Magistrados (que, por norma, querem mais saber nos seus ordenados ao fim do mês que com a aplicação da justiça e com a protecção daqueles que a necessitam sejam eles menores, incapazes ou pequenos Davids contra os Golias das grandes potencias económicas), advogados (muitos dos quais apenas se preocupam em enganar os seus clientes) e colegas que não se preocupam em amanhã conseguirem cumprir melhor as suas funções, terei de contar o meu dia a dia passado acima de tudo nos tribunais.
Ao longo dos já vários anos que já passei nas secretarias judiciais, já vivi e presenciei diversas estórias que de certo virei a recordar noutros escritos, e decerto, que outras haverá no dia a dia para vir a contar.
Depois há a sensação de impotencia perante as decisões dos politicos de quem, atenta a sua comprovada incompetencia para gerir uma casa, quanto mais um país, já nada se espera a não ser que estajam quietinhos para não fazerem muita merda.
Depois virão as estórias, as histórias e os pensamentos.
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